Confederação de Desportos Aquáticos vai a Justiça para receber dinheiro da Globo

(Reprodução)
A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) decidiu procurar a Justiça para receber da Globo a parcela mensal de um contrato de direitos de transmissão que foi assinado em 2009 e vale até o final do ano. A informação foi publicada pela coluna 'Olhar Olímpico', no UOL Esporte.

Como se sabe, a emissora informou a confederação sobre a decisão unilateral de suspender o contrato, alegando prejuízos com a crise causada pelo novo coronavírus e a falta de eventos para transmitir, ainda que não transmitisse nenhum há anos.

"Estamos trabalhando arduamente em medida judicial para compelir o Grupo Globo a retomar o pagamento do contrato de direitos de transmissão. Entendemos que da forma que ocorreu foi leviana a suspensão, levando em consideração que a informação veio na véspera do pagamento", comentou, em vídeo publicado pela entidade, o diretor jurídico Marcelo Jucá.

Em nota oficial divulgada na noite de domingo, a CBDA contou que só foi informada na quarta (29) que não receberia o pagamento no dia seguinte. "Diante dos fatos e da reconhecida crise financeira enfrentada pela Confederação, o aviso da suspensão do pagamento na véspera da data prevista em contrato afetou diretamente o fluxo de caixa da CBDA previsto para o fim de abril", comentou a entidade.

A CBDA deixou claro que a suspensão dos pagamentos afeta diretamente os funcionários, já que a confederação não tem poupança. "Por termos sido avisados na véspera da data de pagamento e em razão das famílias dos funcionários dependerem desta verba, que possui caráter alimentar, estamos seguros de que, pelo menos este mês, será honrado pelo Grupo Globo", continuou a CBDA.




Confederação de Desportos Aquáticos vai a Justiça para receber dinheiro da Globo Confederação de Desportos Aquáticos vai a Justiça para receber dinheiro da Globo Reviewed by Ribamar Xavier on 6.5.20 Rating: 5

2 comentários:

  1. A verdade é que a pandemia ajudou a Globo a executar um plano que ela vem montando há algum tempo: manter o mínimo número possível de contratos com federações esportivas ou confederações!

    Nessa aí, só acho que não vai rodar o vôlei e, talvez, o futsal.

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  2. Quem manda essas federações amadoras administrarem mal suas finanças, gerar sua receita basicamente numa única fonte (grandes valores), ta aí o resultado. Hipotecam até o borga com a RGT, na hora que ela não tem nada de retorno (eventos) e resolve cancelar o contrato, se lascam de vez.

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