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André Henning, Vitor Sérgio e Mauro Beting falam sobre estilo de transmissão do Esporte Interativo

Trio esteve na transmissão da final da Liga dos Campeões da UEFA (Reprodução)
Em entrevista ao Torcedores.com, por Matheus Chaves Melo, o narrador André Henning e os comentaristas Mauro Beting e o Vitor Sérgio Rodrigues  comentaram sobre o estilo de narração do Esporte Interativo, o qual eles estão vinculados.

Ao ser perguntado sobre como ele lida com as críticas, André Henning disse que trata de forma normal, mas não aceita dizerem que ele só grita na narração.

“A maneira que eu narro é realmente diferenciada. Então é absolutamente natural que tenha gente que goste e não goste. Não haverá ninguém que tenha unanimidade. O Galvão Bueno é o maior de todos e tem gente que diz que não gosta dele”, justificou André.

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“Me incomoda dizerem que eu só grito. Aí não é só injustiça, é mentira. Então, quando alguém fala que eu grito no jogo, sim, eu grito quando sai gol, quando é uma jogada sensacional. Todo mundo tem o direito de ter opinião e se todos tivessem a mesma opinião me criticando, eu já teria mudado, mas tem mais gente que gosta, então, está tudo certo, eu vou continuar com o meu estilo”, concluiu o narrador.

O comentarista, Vitor Sérgio Rodrigues, disse acreditar que a narração do canal chocou o público.

“Construiu-se ao longo do tempo um padrão de narração que é mais ou menos o mesmo em todas as emissoras. A narração do Esporte Interativo é diferente. Acho que isso chocou muita gente no começo”, afirmou.

“Acho que hoje tem muita mais gente que gosta da nossa narração. Basta ver os comentários nas redes sociais e também os números da nossa audiência. Mas está muito claro, nós não fazemos o mesmo estilo de narração padrão que sempre se fez no Brasil. A gente defende isso”, concluiu o comentarista.

O comentarista Mauro Beting citou o fato de muitos quererem ‘derrubar’ o Esporte Interativo, e para isso procuram rotular a emissora.

“Em qualquer meio que você chega e pisa no calo, cria uma coisa que diz: Temos que jogar esses caras para fora da pista. Então, eles pegam alguma coisa que não gostam e dizem: Eles só fazem isso. Não, os caras não só fazem isso, não é a gritaria, não só isso, tem tudo, é só querer ouvir, abrir o coração, não trabalhar com o preconceito. É aquela coisa: Você gosta? Não, nunca ouvi e detesto. Então é só acompanhar o nosso canal, os nossos programas e o jeito que se faz”.

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