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OLÁ PREMIERE: MENOS É MAIS!

Após a paralisação do Paulista, a Globo abriu uma promoção para ex-assinantes do serviço digital do Premiere. Os três primeiros meses custando R$29,00, depois voltará para R$79,00. Tentei confirmar com o SAC, mas a informação está restrita a ex-assinantes. Ótima estratégia para reaproximar assinantes, porém, o atual assinante? Num momento de crise, de queda vertiginosa de assinantes, seria simpático fidelizar o cliente. O movimento do pay-per-view parece tomar conta de vários torneios. Preço alto é perca certa de cliente. Há vários momentos que menos é mais.

TV ABERTA/PÚBLICA ACELERA: PARA ONDE?

Albio Melchioretto
albio.melchioretto@gmail.com
@professoralbio
Faz três anos, havia um debate da TV paga como espaço principal para o automobilismo. Grade mais flexível que a televisão aberta, tra O ano de 2021 mostra um cenário bem diferente. Quando do anúncio da saída da F1 da Globo imaginei que continuaríamos com a tendência. Mas Cultura e Band protagonizaram uma mudança significativa no debate. A chegada da F-Indy e a F-E no canal público reacende outro debate, deveria a TV pública se manter apenas com investimentos governamentais ou dela dever-se-ia abrir para espaços publicitários? Seria possível uma lógica comercial na televisão pública? Ou ainda, por que alguns esportes são preferidos em relação a outros? Qual o papel da televisão pública no Brasil?

FUTEBOL ASIÁTICO NO BRASIL

Já tivemos a J-League, na Rede Manchete; TV Cultura; ESPN+ e DAZN. O Chinês já passou por Bandsports e ESPN Brasil. O finado Esporte Interativo aventurou-se na Superliga Indiana. Agora temos a A-League em canal oficial no YouTube; K-League pelo OneFootball e a novidade é o torneio continental nos canais Fox/ESPN. Alternativa interessante e a promessa de jogos curiosos.