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Uma das maiores atacantes da história do voleibol brasileiro, símbolo de liderança nas quadras e que atualmente luta pela melhoria do esporte. A catarinense Ana Moser, membro do Hall da Fama do vôlei, foi uma das peças importantes da equipe que conquistou o bronze nos Jogos de Atlanta-96, a primeira medalha olímpica feminina do Brasil na modalidade. Uma carreira vitoriosa e de grandes histórias, que serão relembradas no último ‘Grande Círculo’ de 2020, com exibição no SporTV, na madrugada de domingo (27), às 01h00, logo após o ‘Troca de Passes’.

Durante a entrevista, comandada por Milton Leite e que contou com as participações do jornalista Marcelo Courrege e do comentarista Marco Freitas, Ana Moser relembrou alguns dos duelos memoráveis contra as cubanas. "Jogar (esses jogos) com a Marcia Fu e Fernanda Venturini, com toda essa coisa de desafio, era uma delícia. Principalmente a Fu, que vinha sempre com muita energia, era muito bom", diz a ex-jogadora, que atuou pela seleção brasileira em três edições de Jogos Olímpicos.

Após anunciar a aposentadoria das quadras em 1999, Moser passou a promover o esporte como ferramenta de educacional para crianças e na formação de professores. “Hoje, tenho uma história para contar fora das quadras. Sabia que tudo aquilo a que tive acesso tinha sido sorte minha. Por acreditar que todo mundo tem direito, criei um instituto, que em março do ano que vem completa 20 anos. Dentro do contexto social, virei uma ativista, focando no esporte como linguagem, desenvolvimento humano, educação, formação e direito”, diz Ana Moser.