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A Turner está prometendo uma programação extensa da Liga dos Campeões e mostrará 11 jogos em 14 dias. A cobertura, no entanto, terá limitações de pessoal. Sem narradores em Portugal, palco do torneio neste formato adaptado, e sem os principais correspondentes, o canal ainda terá o "desfalque forçado" do comentarista Alê Oliveira. As informações foram publicadas pelo UOL Esporte.

o comentarista foi vetado dos jogos e não participará de nenhuma transmissão realizada pela TNT, em razão de certo desgaste interno com o comando esportivo da Turner, mas participará de programas na plataforma digital, principalmente no YouTube, onde tem forte atuação.

Nos últimos dias, para afinar a estratégia, a programadora ensaiou o protocolo. Os jogos serão gerados dos estúdios da Turner em São Paulo, com o narrador e comentarista em cabines separadas. Enquanto o locutor fica em um espaço, o jornalista da escala vai para outro lugar, em um andar diferente. Nenhum dos profissionais terá contato com o colega na operação.

No pré-jogo, a apresentadora Taynah Espinoza terá a companhia de um comentarista em estúdio, mas com distanciamento social. No pós, realizado pelo programa "O Último Lance", apresentador e comentarista estarão em estúdio, enquanto um terceiro entrará de outro espaço. Outros dois contratados entrarão de casa, junto com o comentarista de arbitragem.

Por causa da pandemia do novo coronavírus, a cobertura in loco do mata-mata da Champions será reduzido. Apenas o correspondente baseado em Portugal, Arthur Quezada, junto com a cinegrafista Carolina Albuquerque, que é portuguesa, foram credenciados.