COLUNA #167 | O futuro já começou, por Alipio Jr.


Olá a todos!

Na última coluna, de maneira saudosa falei sobre os impactos na minha juventude com a mudança da tecnologia. Por que nós somos assim, saudosistas e sempre achando que alguns momentos do passado foram melhores que os atuais. Outros não, foram tão ruins que merecem ficar no passado.

Perdoem este nobre colunista por repetir as agruras do passado, mas é importante falar delas para que os mais jovens entendam algumas coisas. A internet é uma delas. Perguntem aos seus pais e tios como faziam e alguns vão contar a historinha de precisar esperar até meia-noite para conseguir conectar, o sofrimento que era e como ficavam horas nessa missão tão árdua quanto ver gol do Gabriel Jesus na Copa do Mundo.

Falamos um pouco dessa situação na coluna que tratou sobre a transmissão dos jogos da Champions pelo Facebook e volto a este tema por causa da chegada ao Brasil do DAZN, serviço de streaming que a partir de março de 2019 oferecerá os jogos dos campeonatos italiano, francês e... Sul-americana. Repito o que disse em colunas anteriores: A tecnologia não retrocede, é a população que precisa se adaptar.

Colunista menciona transmissões pela Internet e ressalta chegada ao Brasil da DAZN (Reprodução)
Segundo os dados do IBGE, 21 milhões de lares não tem internet em casa. 63 milhões de brasileiros sequer sabem utilizar a internet. Essa dificuldade com tecnologia é percebida facilmente nas nossas interações sociais começa a diminuir conforme a popularização aumenta. O próprio IBGE confirma que após o absoluto WhatsApp, Netflix e YouTube disputam a 2ª colocação. É compreensível que a popularização do serviço e a facilidade de uso ganhe mais adeptos e vença a barreira da dificuldade de aprendizado.

Este é o grande problema do futebol. As últimas transmissões do Esporte Interativo têm sofrido com delay por que a internet brasileira não é boa. Comigo, nos dois dias da última rodada, apesar de ser a mesma internet, no celular ficou menos pior que nos demais aparelhos da casa (TV e Computador). Sim, eu testei com um único aparelho ligado, separadamente.

Alipio Jr.
@alipiojr
Se você mora em áreas nobres, o sofrimento é menor, mas ainda existe, e acaba sendo comprovado pelo alto número de reclamações no PROCON contra as empresas prestadoras de serviço.

O Facebook escolhe os melhores jogos para exibir e deixa a televisão com jogos nem sempre tão interessantes, é óbvio que o mesmo acontecerá com o seu time na Sul-americana e nas demais competições que forem adquiridas por serviços similares.

Sendo assim é interessante que tais prestadores de serviço e seus usuários encampem a bandeira de melhoria dos serviços de internet. A melhora deste permitirá o aumento de assinantes daquele e evitará possíveis ações fraudulentas.  O futuro já começou e o melhor momento para aparar todas as arestas é agora.

Abraços e até a próxima.

Curta nossa página no FACEBOOK.
Siga o Esporteemidia.com no TWITTER.
Nos acompanhe no GOOGLE+.



COLUNA #167 | O futuro já começou, por Alipio Jr. COLUNA #167 | O futuro já começou, por Alipio Jr. Reviewed by Ribamar Xavier on sábado, dezembro 08, 2018 Rating: 5

3 comentários:

  1. Champions até que não ligo tanto, ainda mais primeira fase, são poucos jogos bons de verdade e estes não consegui assistir. O facebook deve corrigir o quanto antes a questão da sua forma de transmissão, é horrível, até quem tem internet boa reclama, Libertadores ano que vem será lá também e nela os clubes brasileiros estarão envolvidos e a paixão dos torcedores será muito maior.

    ResponderExcluir
  2. Creio que os problemas da transmissão pelo Facebook se dão por causa do alto número de pessoas assistindo simultaneamente, porque costumo assistir jogos do NBB por lá e não trava tanto como nos jogos da Champions e em comparação, o NBB tem um número de visualizações simultâneas bem menor.

    ResponderExcluir

O que achou dessa informação? Compartilhe conosco!

Os comentários ofensivos serão apagados.

O teor dos comentários é de total responsabilidade dos leitores.

Tecnologia do Blogger.