Coluna do Professor #204, por Albio Melchioretto

Colunista elogia performance de Vivi Falconi e Elaine Trevisan nas transmissões da Rede Vida (Reprodução) 
É MUITO BOM
A Rede Vida apostou e bem ao indicar uma dupla feminina para comandar as jornadas esportivas, as jornalistas Vivi Falconi e Elaine Trevisan ganham espaço e comandam com excelência os jogos. A proposta inicial mostra que elas alterarão entre narração e comentários. Acompanhei atentamente Corinthians versus Comercial, pelo Paulistão Sub-17. Adicionaria apenas mais informações sobre a competição, mas fizeram um trabalho digno de elogios. Recomendo ao amante do esporte conferir o bom trabalho de ambas. A televisão aberta precisa destas iniciais e de mais esporte!

ATENÇÃO!
Ao longo da semana a Record, já detentora dos direitos de Lima-19, anunciou Santiago-23. Porém, os canais Record não podem fazer esporte esporadicamente. A iniciativa da Record News de mostrar o International Champions Cup de 2018 é um bom indicativo. Capacidade e elementos para fazer mais existem, então, ficar apenas com competições quadrienais é muito pouco! Além do mais, o esporte poderia mostrar-se como um chamariz para uma emissora que está à margem de tantas outras. Boa sacada o Pan, mas ele por si só, não se sustentará.

Albio Melchioretto
albio.melchioretto@gmail.com
@amelchioretto
FICOU FEIO DEMAIS
Grupo Turner. Feio demais. E a coluna continua a questionar se de fato o Brasileirão passará no grupo. Feio demais o fim dos canais EI. Negócios são assim mesmos, entendo, mas são mais de 190 demitidos e isso é triste. Os canais Esporte Interativo chegam ao fim, como a PSN, e o NSC (finada Tecsat, não confudir com o grupo catarinense filiado a Rede Globo) chegaram, por motivos. Mas o fim me parece triste pela linha histórica do canal de quase uma década. Nasceu na televisão aberta, tentou penetrar no sistema por assinatura, criou um canal regional, um mega-modelo, e ao adquirir a Champions League, o que devesse ser outro patamar, mostrou-se com início do fim. Novas políticas, novos donos, novo modelo de gestão. E agora, nada! Ao ler as notícias na quinta-feira última, permaneci atônito, mesmo com conversa de fontes ao longo da semana, mas é difícil assimilar tantos direitos de transmissão que não serão honrados e tantos demitidos. A concepção de superstations não dará certo no Brasil. São estes os mesmos que tentaram fazer isso com o finado +Sports, canal “uruguaio” da Sky, que ninguém lembra de sua existência, e fiasco do tênis no Sony. Por que dará certo no TNT e no Space?

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Coluna do Professor #204, por Albio Melchioretto Coluna do Professor #204, por Albio Melchioretto Reviewed by Ribamar Xavier on domingo, agosto 12, 2018 Rating: 5

2 comentários:

  1. FICOU FEIO DEMAIS

    Muito decepcionado com a notícia. Concordo com você que esse negócio de superstation não é muito bom. Embora eu ache legal outros canais terem interesse em transmissões esportivas, nunca lembramos que tá passando um jogo de tênis na Sony, por exemplo.

    A Liga dos Campeões e Brasileirão mereciam canais melhores do que TNT e Space.

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  2. É MUITO BOM
    É MUITO RUIM isso sim. Conseguem ser pior do que o jogo que estão transmitindo.

    ATENÇÃO!
    Realmente não dá pra entender a Record. Disseram que o Pan19 seria a última mas resolveram pegar o Pan23 agora. Mas Sobre eventos esporádicos, não adianta tu pegar no pé só da Record, tem várias que fazem o mesmo, como Band e Rede TV.

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