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Sportflix estreia este mês prometendo exibições ao vivo do futebol ao MMA

Plataforma mira torneios de várias partes do mundo (Reprodução)
No fim deste terá início a operação mundial da plataforma Sportflix, espécie de Netflix esportiva: o serviço veiculará campeonatos de diversas modalidades, ao vivo e com transmissão online. As informações são do Diário de Pernambuco, por Tiago Barbosa.

A plataforma mexicana bancada também com aporte de recursos de investidores norte-americanos e europeus tem a meta ousada de chegar a 400 mil assinantes no mundo até o fim do ano - a Netflix, maior do ramo internacionalmente, passou a barreira dos 100 mihões há menos de um mês. A plataforma pretende oferecer as principais ligas esportivas a partir de uma negociação de direitos travada com canais como FOX Sports, ESPN e Televisa (México).

Estão na mira: ligas de futebol da Argentina, do Brasil, dos Estados Unidos, da Espanha, da Itália, da Alemanha, da Inglaterra, da França e do México - além de copas nacionais - e campeonatos continentais como Libertadores da América, Sul-Americana, Recopa, Copa dos Campeões, Liga da Europa, Mundial de Clubes e da Concacaf. Torneios de basquete (NBA), tênis, MMA (UFC), boxe, golfe e automobilismo (F1) também devem ser abarcados pela Sportflix - estima-se em 95% o patamar de eventos mundiais disponibilizados ao público. As assinaturas devem ficar entre R$ 62 e R$ 93, margens superiores às praticadas pela Netflix, cujo teto é R$ 37,90.

O vice-presidente do Sportflix, Matías Said, credita à eficiência técnica a distinção do serviço em relação a outros canais no mercado. "Nos concentramos nos problemas que poderiam ter a plataforma, para que não caia o sinal, roubem ou não seja visto em alta definição. Decidimos atacar primeiro todos esses problemas", afirmou ao site Señal Internacional. A plataforma foi criada há três anos justamente para tornar mais segura a exibição em tempo real utilizada pelos canais esportivos.

A plenitude do Sportflix deve representar para o mercado televisivo esportivo valor semelhante ao gerado pela Netflix no campo de séries, filmes e outros conteúdos audiovisuais, como humorísticos e documentários. A empresa norte-americana tem ameaçado os pilares das grades de TV com a possibilidade de tornar as obras acessíveis a qualquer hora e independentes da mediação de uma operadora - o que obrigou os canais a produzirem especificamente para o público consumidor da internet. No Brasil, a Globo inaugurou o Globo Play e passou a usar a plataforma como espaço de lançamentos e conteúdo virtual exclusivo. A seara do jornalismo - pelas peculiaridades do formato - continua a menos afetada, por enquanto, pelo crescimento do streaming.

"Normalmente, as pessoas estão acostumadas a se prender à televisão tradicional e não tem todos os esportes. Precisa ter uma operadora para ver um jogo, um evento e não dispõe de um lugar onde tudo se concentra. Nós montamos uma produção em cada estádio, evento e lugar onde tenha evento esportivo. Pagamos às cadeias de transmissão para que também apareçam e tenham benefícios", explicou Matías Sadi, para quem o fato de o Sportflix não ter publicidade será atrativo às TVs. O serviço só começa a funcionar no dia 30, mas está com cadastro de assinaturas aberto em www.sportflix.net.

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