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Albio Melchioretto #138: Touch Sport

Colunista comenta novidades da Stock Car e de Atlético/PR e Coritiba (Reprodução/Montagem)
Que tempo é este que vivemos? Sou um migrante das tecnologias digitais e hoje vivo conectado. Parece-me que o off-line já não é uma opção. Experimentamos um ecossistema informativo onde, de todos os lados, recebemos os mais diferentes estímulos. Nossa relação com fonte e com o fato não é mais vertical, mas está horizontalizada. Vivemos a era das tecnologias digitais conectadas. Neste espaço de molar cada grupo encontra maneiras locais de sobrevivência.

Para sobreviver alguns propõe novas formas. A StockCar e a dupla Atletiba apresentam novidades e somente o futuro determinará o sucesso ou o fracasso.

A principal categoria do automobilismo contratou uma agência especializada em marketing para o ciberespaço para rejuvenescer entre os fãs. Envolver o torcedor com votações, vídeos, conversas e participação nas corridas. Uma necessidade de um tempo novo. O espetáculo esportivo, por si só, já não mais sobrevive. A queda vertiginosa da popularidade da F1 é prova que o evento precisa ir além do esporte. A StockCar está correndo... perdoe-me o trocadilho.

Albio Melchioretto
albio.melchioretto@gmail.com
@amelchioretto
Ao longo da semana, o principal debate em torno do tema, foi outro, a final sem televisão do Paranaense. Muito se falou em final pay-per-view, mas no final a projeção comercial foi alcançada e  rolará transmissão gratuita. Segundo dados apresentados pela ESPN,  o primeiro encontro teve 2.485.780 torcedores no Facebook, considerando usuários únicos. O número é maior do que a população de Curitiba (1,8 milhão segundo o IBGE). Pelo Youtube, a partida teve um pico de audiência de 208.500 pessoas simultâneas nas lives. E a arrecadação do jogo final é superior ao valor ofertado pela Rede Globo/RPC.

Os dois eventos nos mostram que a horizontalização é o caminho a ser trilhado no futuro próximo. Eventos esportivos, não se sustentarão amarrados em fórmulas viciadas de ser. Pensar o contato do fã, a mostragem para além das paredes tradicionais urge. Mas, até que pontos estamos preparados para vivenciar estas transformações. Sobreviveremos?

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