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Coluna 'Quinta, Categoria!', por Carlos Salvador #6

Colunista diz que André Henning coloca verdade nas transmissões (Reproduções)
Precisamos falar sobre André Henning

A coluna de hoje tinha um outro tema, que ficará para as próximas edições. Hoje, precisamos fazer uma pausa para dissertar um pouco sobre André Henning.

Em 2007 quando estreou o Esporte Interativo, com aquele jeitão diferente e irreverente de fazer uma transmissão, foi febre. Conquistou muitos fãs, inclusive o que vos escreve. Com o tempo, naturalmente o estilo de narração ficou um pouco maçante, manjado. Mas sem perder a qualidade da descrição do que acontecia em campo ou quadra.

Em 2009, encontrei André Henning numa fila de embarque no aeroporto. Muito educado e solicito, agradeceu aos elogios tecidos por este que escreve. Uma pena a bateria do celular ter me deixado na mão àquela altura.

André cresceu. Virou ainda mais ancora do EI, após está incorporação da Turner. Agregou muito mais valor, informação, bordões e esclarecimentos em suas narrações. Ele consegue desenhar o que está acontecendo. Não sei para ele, mas para mim seu ponto alto foi a narração da final do Mundial de Handebol vencido pelas brasileiras em 2013. Aquilo não aconteceu, não acredito que aconteceu. Nunca vi alguém vivenciar tanto, estar tão dentro de uma transmissão, tão envolvido com o evento quanto aquele dia. Aquilo não foi narração, foi coração, foi intensidade. Que gigante!

Muitos críticos (me incluo algumas vezes), reclamam dos gritos, dos exageros, mas é preciso entender que é o estilo dele. Ele só quer passar emoção, e não interessa se vai exagerar ou ser comedido, ele vai fazer ser emocionante. André coloca verdade nas transmissões.

Carlos Salvador
fb.com/carlosaugusto.salvador
@calosalvador
O apresentador André Henning me surpreendeu. Suas entrevistas no “No Ar” saem do comum de perguntas e respostas. Ele sabe explorar cada canto escondido de uma história do entrevistado. Tem se mostrado polido, direto e questionador.

Ontem, André chegou novamente a um nível difícil de se imaginar. Barcelona e PSG foi um jogo épico, e merecia uma transmissão épica. Zico, foi cirúrgico em suas opiniões, Vitor Sergio analiticamente perfeito em sua leitura de jogo, André foi... bem, André foi além. Ele conseguiu emocionar um pouco mais quem já estava emocionado com a partida. Seu tom nos minutos finais estava além do esperado, suas palavras estavam perfeitas para cada lance do espetacular jogo. Parafraseando o próprio: “fez o impossível, possível”.

A narração esportiva brasileira possui nomes consagrados, nomes novos, talentos diferentes e diversos perfis. Não falta diversidade e diferença de características, e isso ótimo para o telespectador, não falta opção para assistir. Mesmo com tantas opções de narração, ontem não havia ninguém melhor para ser privilegiado e nos levar a emoção aflorada, como um tal de André Henning!

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