Motivo do veto ao Atletiba seria o 'padrão Esporte Interativo' de transmissão; entenda

Jaqueline Baumel era uma das repórteres que participaria da transmissão (Reprodução)
A não realização do clássico Atletiba na tarde deste domingo (19) por conta de uma determinação da Federaração Paranaense de Futebol (FPF) foi, na verdade, mais uma batalha entre Esporte Interativo/Turner e Globo por direitos de transmissão. A informação foi publicada pelo NaTelinha, por Gabriel Vaquer.

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Até sexta-feira (17), de acordo com jornais locais do Paraná, a transmissão seria feita com cronistas de esporte locais. No sábado, tudo mudou: contratados do Esporte Interativo foram escalados para a transmissão e o EI daria apoio técnico como produtora para a partida ser transmitida de forma mais profissional.

Foi o que houve neste domingo. Os GCs da transmissão eram do padrão de campeonatos estaduais feitos pelo EI. O narrador e comentarista eram Giovani Martinello e Felipe Rolim, também pertencentes ao quadro de funcionários do EI.

Além deles, Bruna Dealtry, repórter da emissora, também fez a transmissão, juntamente com as apresentadoras dos canais oficiais de Atlético Paranaense e Coritiba, Carol Carvalho e Jaqueline Baumel.

Vendo isso, a ordem foi vetar a transmissão da forma como estava acontecendo, por conta do "padrão Turner", hoje principal concorrente da Globo nos direitos esportivos. Depois de um grande briga e mais de uma hora de discussão, a partida foi cancelada, com os jogadores de ambos os lados ovacionando a torcida, que gritava "vergonha" contra a FPF.

Contabilizando todas as plataformas de transmissão, incluindo YouTube e Facebook, chegou próximo as 285 mil pessoas vendo simultaneamente, algo impressionante para uma exibição na internet.

ATUALIZAÇÃO: A assessoria do Esporte Interativo explicou que seus profissionais estavam no estádio e pediram autorização para fazer um trabalho free-lancer para os clubes, sendo liberados pelo canal.

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