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Jô, atacante do Corinthians, é o convidado do 'Aqui com Benja!', no FOX Sports

“Jogar pelo Corinthians é uma emoção que nunca tive em nenhum outro time que joguei”, afirma Jô (Divulgação)
Neste sábado (10), à meia noite, o programa “Aqui com Benja!", apresentado por Benjamin Back no canal FOX Sports, recebe atacante Jô.  Ao falar sobre o retorno ao clube de formação foi sincero: “Jogar pelo Corinthians é uma emoção que nunca tive em nenhum lugar que joguei. Comecei na base e agora voltei para casa. A emoção é tão grande que vou ficar falando 1 hora e não conseguirei explicar.  É um prazer pisar na Arena com a camisa do Corinthians. Eu treinava no CT do Parque Ecológico, época do container e água gelada. Estou com uma vontade de jogar, brigar e fazer gol pelo Corinthians que ninguém imagina. ”

Com passagens pelo CSKA, Manchester City, Galatasaray, Internacional e Atlético, o atleta comentou sobre a forma física. “Tem uma foto que apareceu em que estou gordo, mas é montagem. Apesar de estar em forma, fiz um trabalho com a nutricionista do Corinthians e hoje estou melhor do que antes. Eu não estava tão gordo, aquela imagem  montagem”, disse.

No programa também falou sobre a opinião dos torcedores e da mídia. “Críticas têm que existir, só não concordo com as que fazem de dentro do campo, pois por onde passei eu fiz história. Só fico chateado por não ter tido uma passagem brilhante no Internacional”, declarou.

Ao falar da vida pessoal, assumiu que erros do passado. “ Sempre fui bem-educado pelos meus pais. Quando o dinheiro passou a entrar, mudou. Comecei a beber com mais de 18 anos e já estava casado. Saia da balada e ia para o treino. Passei a não respeitar meus pais e traia a minha esposa. Virei evangélico e a religião ajudou-me muito, pois nada nem ninguém conseguia convencer-me que eu ia para o fundo do poço. Hoje vivo o melhor momento pessoal da minha vida”, relatou.

Inevitavelmente um dos assuntos abordados, foi a tragédia com o voo da Chapecoense e sua relação com técnico da equipe catarinense. “Estive no velório do Caio Junior, que apesar de ter convivido pouco nos Emirados Árabes, apensas 7 meses, criamos uma grande afinidade. Fez-me fiz sentir um líder, mesmo não sendo capitão. Ele me quis lá e quando sai, foi o primeiro a avisar sobre a decisão do clube. É difícil acreditar no que aconteceu, pois foi no nosso meio. Depois dessa tragédia ficaremos inseguros até nas férias. Será difícil entrar no avião com a delegação. O Rildo até já disse que para Colômbia ele não vai”, comentou.

Sobre os técnicos que o comandaram, o destaque ficou para Cuca. “Melhor treinador não existe, pois cada um foi importante em uma etapa da minha vida; mas profissionalmente é o Cuca, pelo momento e auge da carreira que vivi. Vim desacreditado e com ele voltei a jogar, fui campeão e até retornei para seleção. No Atlético, ele falava que não era babá de ninguém e só cobrava dentro de campo. Naquela época errávamos fora do campo e dentro dava certo “.

Quando questionado sobre quais os melhores jogadores com que atuou, lembrou de dois atletas conhecidos mundialmente. “Entre Tevez e Ronaldinho, é difícil. O Tevez tem uma raça que não sei de onde tirar. Já o Ronaldinho é mais brincalhão e jogar com o ele é como jogar xadrez com quem sabe. Ele te dá o xeque-mate em três jogadas. Inclusive, dizia que se não conseguisse colocar-me na cara do gol três vezes por jogo, pagaria  uma caixa de cerveja. afirmou

Apresentado por Benjamin Back no canal FOX Sports, o programa “Aqui com Benja! vai ao ar neste sábado (10), à meia noite.

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