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Paulo Henrique Amorim fala da inimizade com Galvão, em programa da Record

'Galvão é guloso', disse o apresentador da Record (Reprodução)
Enquanto Galvão Bueno narrava pela Globo Brasil x Argentina, um desafeto dele, Paulo Henrique Amorim, apresentador do programa 'Domingo Espetacular', da Record, concedia entrevista na noite desta quinta-feira (10) ao 'Programa do Porchat' e, entre os assuntos abordados, explicava ali o porquê da inimizade com o ex-colega na emissora carioca, onde o jornalista anteriormente trabalhou. As informações são do UOL Esporte.

E foi numa justamente em uma cobertura de Jogos Olímpicos, de Atlanta-1996, na antiga casa, convivendo com Galvão, que se deu o motivo para a desavença entre ambos.

"Galvão é guloso, porque o time do Galvão é assim: Galvão; Galvão, Galvão, Galvão e Galvão; meio-campo Galvão e Galvão, aí é Galvão, Galvão, Galvão, Galvão e Arnaldo Cezar Coelho. E o técnico é o Galvão", disse Amorim, no que foi questionado pelo comandante da atração, o humorista Fábio Porchat, se ele se dava bem com o narrador global. "Hum, não. Não necessariamente", respondeu.

"Outro dia eu tava no aeroporto, indo pro Paraná, e o Galvão tem lá umas propriedades, parece que ele é dono de metade do Paraná, vnho, vinho, criador de gado, ele é uma potência econômica, e aí eu tô na fila, assim, pensando na morte da bezerra, e veio uma senhora muuuuito simpática, adorável, [então] ela se vira pra mim e [diz]: 'Paulo Henrique Amorim, eu sou a mãe do Galvão Bueno e adoro você'. E aí pronto, ficamos amicíssimos. O Galvão pode não gostar de mim, mas a mãe dele me ama", relatou, para então explicar onde começou a briga.

"É que eu estava cobrindo a Olimpíada em Atlanta e aí teve lá um desastre, um problema, às 8 horas da manhã, teve um atentado na praça principal de Atlanta, mataram um cara lá, uma correria desgraçada, eu era o cara que tava apresentando o noticiário da cobertura da Globo da Olimpíada de Atlanta e de repente entra o Galvão pelo estúdio – que foi pra lá narrar jogo de futebol -, querendo tomar o meu lugar. Eu fiquei sentado na cadeira, e fiquei sentado, e o Galvão no telefone…balalalalalai, e eu não saí da cadeira. Ele queria narrar o atentado. 'Lá vai o assassino, entrou pela direita, isso pode, pode isso Arnaldo?'", relembrou, imitando o estilo de narrar da principal voz do esporte da Globo.

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